sexta-feira, 6 de novembro de 2009

IBICT participa do II Seminário Internacional de Inclusão e Produção de Conteúdos Digitais Interativos

O II Seminário Internacional de Inclusão e Produção de Conteúdos Digitais Interativos acontece nos próximos dias 3 e 4 de dezembro, na sede da CEPAL, no Chile. O Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT) participa do evento, por meio da representante do instituto e coordenadora do grupo de Conteúdos Digitais e Interativos na América Latina e Caribe do eLAC2010, Cosette Castro.
Segundo Cosette, existem 13 grupos de trabalho que reúnem especialistas regionais e multisetoriais para investigar e desenvolver as metas específicas do plano eLAC2010, que compreende o cumprimento de 83 metas em seis áreas de ação: e-educação; acesso e infraestrutura; e-saúde; gestão pública e e-governo; setor produtivo e e-negócios; e instrumentos de política.
“O nosso objetivo é sensibilizar governo, universidades e empresas da importância dos conteúdos digitais como espaço de desenvolvimento sustentável, além de se criar um Centro Nacional de Produção de Conteúdos Audiovisuais Digitais. Quando digo conteúdos digitais me refiro a tudo que for produzido para TV, rádio, cinema e celulares digitais, assim como computadores mediados por internet e jogos em rede. A idéia com isso é fazer com que as pessoas deixem de ser consumidores e passem a ser produtores de conteúdos digitais, contribuindo com a redução da exclusão digital na América Latina e no Caribe”, salientou.
O Brasil será coorganizador do seminário de dezembro e a expectativa é de que o evento receba pessoas oriundas de 15 países, de acordo com Cosette. Ela explicou que o Brasil é o 4º produtor de vídeo jogos do mundo, conforme a Associação Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), e dentre os 50 vídeojogos mais vendidos no mundo, quinze deles são brasileiros, segundo a Amazon.com.



Núcleo de Comunicação do IBICT

Fonte: http://www.ibict.br/noticia.php?id=662

Biblioteca Braille

Escolha para deficientes visuais



A Biblioteca Braille atende a deficientes visuais, buscando orientar em pesquisas e estudos, estimular o hábito de ler e o prazer pela leitura e facilitar sua inserção cultural e social.
O acervo é composto por literatura infanto-juvenil, literatura brasileira e estrangeira, periódicos, livros didáticos e dicionários:
· 1.700 títulos impressos em Braille;
· 1.200 títulos gravados em 1.023 exemplares de fita cassete;
· 200 títulos em CD (digitalizados).
Hoje 303 leitores cadastrados utilizam os serviços de empréstimo domiciliar, que conta com livros transcritos para o sistema Braille, gravação de textos literários em fitas cassete e CD.
O Setor disponibiliza acesso à INTERNET através de computadores com sintetizador de voz (JAWS), ampliador de tela(MAGIC) e lupa eletrônica para as pessoas cegas e com baixa visão.
São desenvolvidas atividades de incentivo à leitura como A Hora do Conto e da Leitura, Cursos e Palestras destinados às pessoas com deficiência visual e com baixa visâo.
A Divisão Braille conta com o apoio de voluntários que trabalham com leitura viva voz, transcrições de textos e gravações.
Seja você também um voluntário e colabore para a democratização do conhecimento e a igualdade de acesso à informação.
Horário de Funcionamento:
Segunda a sexta-feira de 8:00 às 18:00
Sábado de 08:00 às 12:00 horas
Linhas de Ônibus: 2101 / 2004 / 2103 / 4111 / 4110 / 5101/ 8001/ 8102 / 9103 / SC02 / SC04
Entre em contato pelo telefone (31) 3269-1166 ramal 119 ou 122
Biblioteca Braille
Local: Biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa
Praça da Liberdade, 21 – 2º andar – Funcionários - Belo Horizonte, MG
Tel.: (31) 3269-1218
E-mail: braille.sub@cultura.mg.gov.br
Fonte: http://www.cultura.mg.gov.br/?task=interna&sec=4&cat=52&con=584

Biblioteconomia



Cerca de 90% dos estudantes conseguem estágios ou empregos nos primeiros anos de curso. Professor da área explica os motivos.
Uma profissão que tem um invejável índice empregabilidade. Cerca de 90% dos estudantes de Biblioteconomia e Ciência da Informação conseguem estágios ou empregos nos primeiros anos de curso.
Os bibliotecários já não são mais os mesmos. O perfil do profissional mudou de forma radical. Hoje, o bibliotecário é um tecnólogo. Ele trabalha com sistemas da informação e também faz parte do mundo globalizado.
Para falar sobre a profissão, ainda pouco conhecida, o Bom Dia DF convidou o professor Antônio Miranda.

Fonte: http://dftv.globo.com/Jornalismo/DFTV/0,,MUL439269-10041,00.html

Em Mato Grosso, índios ganham biblioteca de palha com 400 livros

Em Mato Grosso, índios ganham biblioteca de palha com 400 livros


Projeto 'O Caminho da Leitura' foi premiado há duas semanas.

Quase 300 índios se reúnem para ouvir histórias aos sábados.

Érica Polo


Foto: Divulgação Crianças cultivam o hábito da leitura.
Com o objetivo de combater o analfabetismo e valorizar a leitura, a aldeia Campinas, no município de Campinápolis, em Mato Grosso, ganhou uma biblioteca feita de palha este ano. Os próprios moradores a construíram em apenas um dia e o idealizador do projeto, o índio Ciro Sahairo, mora na tribo.
"Leio para quem quer ouvir as histórias aos sábados", conta Ciro, que é professor. Nas estantes, 400 livros sobre literatura, história de outros países e publicações infantis distraem os índios interessados por conhecimento. A biblioteca não alimenta só a curiosidade desta comunidade, mas também está à disposição de mais sete aldeias vizinhas. A soma dá um público de quase 300 índios.
Sahairo é o responsável pelo projeto, batizado de “O Caminho da Leitura”, e um dos vencedores do prêmio Vivaleitura 2009, iniciativa dos Ministérios da Educação e da Cultura. A premiação ocorreu em São Paulo, há cerca de duas semanas.
Quando a idéia surgiu, em janeiro, o professor Sahairo visitava as famílias da região e lia para elas. Ao perceber que o interesse era grande, achou que seria melhor montar a biblioteca, construída em abril. Mesmo que a leitura aconteça somente aos sábados, os livros ficam à disposição da comunidade todos os dias. O projeto contou com o apoio de outros professores e caciques da região, conta Rogério Prepe, que trabalha com Sahairo em uma ONG local. Os livros que fazem parte do acervo foram doados. “Alguns foram até tirados do lixo”, disse Prepe.
Os idealizadores do projeto querem construir uma biblioteca maior e que possa estar ao alcance das 143 aldeias presentes no município de Campinápolis. Como o prêmio recebido recentemente, de R$ 30 mil, não é suficiente, os índios vão procurar apoio do governo do estado.
Serviço:
Os interessados em fazer doações podem procurar por Rogério Prepe no telefone (66) 3437-1925 ou enviar correspondência para Rua José Viola, 1.145, CEP 78630-000, Campinápolis, Mato Grosso

Fonte: http://g1.globo.com/Noticias/Vestibular/0,,MUL1365284-5604,00-EM+MATO+GROSSO+INDIOS+GANHAM+BIBLIOTECA+DE+PALHA+COM+LIVROS.html

UFMG moderniza biblioteca da Escola de Ciência da Informação

UFMG moderniza biblioteca da Escola de Ciência da Informação

Agência UFMG



A UFMG reinaugurou nesta segunda, 19/10, a Biblioteca Professora Etelvina Lima, da Escola de Ciência da Informação (ECI) da universidade. O espaço, especializado nas áreas de ciência da informação, biblioteconomia, documentação, arquivologia e museologia, foi reformulado para atender à nova concepção da prática profissional do bibliotecário. Com mais de 15 mil livros, a biblioteca reúne todas as formas de suporte e de captação de informações – do papel aos dados digitais.
Aberto ao público, o ambiente com cerca de 400 metros quadrados torna-se agora uma biblioteca-modelo, que inclui salas de aula, videoconferência e de estudo em grupo. As paredes de alvenaria cederam lugar a estruturas de vidro para permitir a observação dos fluxos de trabalho que integram a rotina do bibliotecário.
A reforma física também incorporou mecanismos que facilitam o acesso a portadores de deficiência, como rampas para cadeirantes e sinais de toque e de chão, para que o usuário cego possa entrar e chegar sozinho ao setor de referência. Além disso, os computadores da biblioteca foram equipados com programas para leituras de telas. O novo espaço conta com mais de uma centena de equipamentos com serviço de wireless e pontos de internet para conexão de notebooks.
Com a reforma, a luminosidade sobre o acervo também foi um dos itens observados. Como os raios ultravioletas afetam muito o papel, deixando-o mais quebradiço e reduzindo sua durabilidade, as luminárias afixadas sobre as estantes receberam película especial que filtra 90% desses raios.
A Biblioteca Professora Etelvina Lima foi fundada em 1950, mesma data em que foi criado o curso de biblioteconomia em Belo Horizonte.

Acervo
O acervo disponível para consulta e empréstimo é multidisciplinar, com obras que podem ser úteis a profissionais e estudantes de diversas áreas. O acervo conta com cerca de 46 mil itens, entre livros, teses, dissertações, monografias, periódicos, DVDs, CDs, slides, mapas, discos, folhetos e fotografias. Esse patrimônio é protegido por dispositivos de segurança, como câmeras de monitoramento interno e equipamento eletrônico.

Fonte: http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_2/2009/10/19/em_noticia_interna,id_sessao=2&id_noticia=132471/em_noticia_interna.shtml

O teste da biblioteca

O teste da biblioteca


Especialista aprova site que se propõe a reunir o maior número de informações históricas

Frederico Bottrel - Estado de Minas




Professora Júlia Guimarães da Silveira destaca a fácil navegabilidade e a interface intuitiva do portal
A Biblioteca Digital Mundial (BDM), projeto encabeçado pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco), promete se transformar em referência quando o assunto é (muita) informação de qualidade na internet. São 1,7 mil itens disponíveis gratuitamente para pesquisa, de bibliotecas de várias partes do mundo, com navegação em sete idiomas, incluindo português. Em meio à vastidão de conteúdos que não passam de lixo virtual, aproveitar o espaço livre da web com propósito tão bacana já é mérito do projeto. Para avaliar a eficácia do sistema, o Informátic@ convidou a professora Júlia Guimarães da Silveira, da Escola de Ciência da Informação da UFMG.
Depois de testar o portal, a professora concluiu que a navegabilidade do sistema virtual não oferece dificuldades: “A disposição das informações é bastante interessante e condizente com os propósitos da BDM, enquanto espaço para oferecer acesso compartilhado e cooperativo e divulgar recursos de informação raros ou valiosos, provenientes de todo o mundo”.
O desenho da página inicial, com as informações dispostas em mapa retratando os países de onde vieram os acervos digitalizados, reflete bem o espírito da coisa, na opinião da professora. “Aparenta a intenção de se colocar as regiões componentes do nosso planeta, como provedoras de informação e de cultura, irmanadas em ideais comuns, aparentemente livres de barreiras, preconceitos culturais e isentos de interesses de dominação”, acredita.
A interface, disponível em sete línguas, atenua a questão da barreira linguística, de acordo com Silveira: “É possível pesquisar por termos específicos ou acessar o catálogo por diversos pontos: local, tipo de item, ou por instituição contribuinte. O modo mais simples ou fácil, de uso do sistema, encaminha o usuário, página por página, para visualizar o trabalho original, frequentemente com descrição em várias línguas, o que facilita a expansão do nível de compreensão da informação ali organizada”.
O conteúdo, em constante expansão, também arrancou elogios da especialista, que o classificou como “abrangente e diversificado”, cobrindo vasto período histórico, de 8000 a.C. aos dias de hoje. Ciências sociais, filosofia, psicologia, tecnologia, religião, idiomas, artes, ciências naturais, matemática, literatura, retórica, história e geografia são as áreas de conhecimento contempladas pelo acervo. “A equipe se esforçou para incluir conteúdos importantes e culturalmente significativos sobre cada país-membro da Unesco”, define Silveira.
A professora desenvolve pesquisa na UFMG, sobre fontes de informação para antiquários e amantes das artes e cultura. O objetivo é construir uma biblioteca virtual temática especializada, que possa atender a profissionais ou interessados em artes e antiguidades de modo geral. O cronograma prevê lançamento da biblioteca até o fim do ano.
Contribuição brasileira No que diz respeito ao Brasil, a Fundação Biblioteca Nacional contribuiu doando os arquivos digitalizados da coleção Thereza Christina, com imagens referentes ao Brasil e ao mundo do século 19, retratando o período e refletindo a personalidade do imperador D. Pedro II, eleita pela Unesco como patrimônio mundial.
“Somos mais que colaboradores, somos parceiros-fundadores”, defende Liana Amadeu, diretora do Centro de Processos Técnicos da fundação, que doou, ao todo, mais de 1,5 mil documentos para o acervo virtual da BDM. O conteúdo será disponibilizado aos poucos no site, mas já se encontra na página da Biblioteca Nacional. As próximas doações devem, de acordo com Liana, compreender o acervo das aquarelas de Debret, que pintou nossa biodiversidade.
O laboratório de digitalização da fundação brasileira tem equipe de 19 pessoas, incluindo digitalizadores, webdesigners, historiadores, arquivistas e analistas de sistemas, que transformam as obras físicas em documentos virtuais, usando scanners especiais. Liana destaca o trabalho de ponta desenvolvido. “Normalmente imaginamos nosso país como atrasado em tecnologia. Mas, nessa área de digitalização de acervos culturais, comprovamos nível internacional de qualidade. Acho que isso conforta nosso ego”, brinca entre risos.

• Biblioteca Digital Mundial
http://www.wdl.org/
• Biblioteca Nacional Digital
www.bn.br/bndigital

Fonte: http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_8/2009/04/30/em_noticia_interna,id_sessao=8&id_noticia=108515/em_noticia_interna.shtml

Google admite digitalização de livros chineses sem permissão.

03/11/2009 - 08h37


Google admite digitalização de livros chineses sem permissão


da Efe, em Pequim




O Google admitiu ter digitalizado mais de 20 mil livros que estavam sob a proteção dos direitos autorais da China, informou o jornal "China Daily" nesta terça-feira (3).
Segundo o diário, a companhia norte-americana insistiu que os livros chineses foram digitalizados em bibliotecas dos EUA e alguns deles estavam disponíveis para uso público.
No entanto, Google também admitiu que pelo menos 20 mil livros estariam sob a proteção dos direitos autorais da China, explicou Zhang Hongbo, subdiretor da Sociedade China de Direitos autorais (CWWCS).
No último dia 21 de outubro, a CWWCS acusou o Google de digitalizar sem permissão e colocar em sua biblioteca digital, Google Books, obras de vários escritores chineses.
Zhang disse que após falar com Erik Hartmann, responsável na Ásia-Pacífico do Google Books, no próximo dia 16 de novembro a companhia americana proporcionará uma lista completa dos livros chineses digitalizados.
O vice-diretor da CWWCS afirmou que resolver o problema dependerá de futuras negociações e pediu à empresa que admita sua infração e se desculpe.
Mais de 50 escritores assinaram uma carta de protesto na qual exigem desculpas do Google e as correspondentes compensações, disseram a imprensa local.
A empresa pretende criar uma gigantesca biblioteca virtual, um serviço que oferecerá na internet livros completos, um projeto encontra grande número de opositores no mundo todo.
Google propôs um acordo com os editores e autores americanos para que recebam 63% do lucro que venha da digitalização de suas obras.
No entanto, a CWWCS indicou que os escritores chineses não aceitam um acordo deste tipo.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u646814.shtml